terça-feira, 8 de março de 2011

NAVIO MINAS 1897


DO LIVRO 059 PAGINAS 146/160 DE REGISTRO DE IMIGRANTES DA HOSPEDARIA DE SÃO PAULO.
EMBARCADOS EM NAPOLI EM 23/06/1897, DATA DE DESEMBARQUE 15/07/ 1897, NO PORTO DE SANTOS

NAVIO MINAS
O MINAS era um navio de 2.964 toneladas de peso, de 331.4 ft de extensão e 40.1 ft de largura (101m x 12.22m), uma chaminé, dois mastros, hélice única, velocidade de 12 nós. Dispunha de acomodação para 60 passageiros de 1ª classe e 900 de 3ª classe.



207 FAMÍLIAS


BARION
CERESA
NEGOLLI
VINCENZI
ZENEZINI
MANARO
CAVALLINI
TITTOTO
BALZI
VALIGI
BESSEGATO
VITTORI
ROSSI
FONTANINI
CITTI
VERNIER
MASSARUTO
ANDREANI
ZANARDO
MICHELOTTO
SIMONATO
COLEPPI
PRANDINI
STORTI
BONAZZI
GIRARDI
DREGAGNO
VALCASARA
GHEODIN
BOARETO
MONTEGOZA
TOSO
MAGIOLINO
SALVIERI
RINALDINI
FELICETTI
ERNACOVA
BOVO
FRONZA
DADOS
PANIZZA
DAMIANI
COGO
BONETTI
GREGORI
MAGNANI
BAGNARA
ZANON
DANIELI
PAVESE
BISCONDI
SBRAGI
CABIANA
ARNOLDI
VOLPI
OLIANA
BOMBINO
BORGHI
PATTI
GROCIFFO
SIORTINO
LE ROSE
ROMANO
AUDO
TRINFIO
MORELLO
CHIRICO
CARBONE
URRARO
PACCE
MARZOCHI
CANGIANO
FIORE
SPISSO
LENZI
ARCCAGNA
BARRELLA
FURNO
COSTANZO
BELPASSO
AVERSA
DI BERNARDO
BLUSO
DIGAETANO
DI NICOLA
SACRINI
CAPELLETI
GIANINI
DI MUZIO
SILVANI
PELEGRINETTI
SANTONI
MORETTO
RISO
DI LELLO
MARTUCCI
LA FRAGOLA
STANZIONE
SICIGNANO
FINELLI
PARISI
PARIELLO
SALVATORE
PARISI
RIVELLI
AMMIRABILE
ROSA
DIMA
CARONTENUTO
D'APICE
CHERCHIA
MELLINO
NIGRO
DI STASIO
CIRIELLO
REALE
BARLETTA
CIAREMELLA
CARFORA
GREGO
SICA
MARCHIO
COLOSIMO
TESOMERO
CATAPANE
FARRO
FURTANZI
AURIEMA
PRISCO
GALLETTI
DE GIACOMO
RUGIERO
(RUBERTO NO BRASIL ROBERTO)
D'ANGELO
CIRILLO
PALERMO
CASCARELLA
CHIAO
DE LEO
FORTINO
IUELE
TURCO
AMMENDOLA
VITALE
CARNEVALE
CAPONIGRO
CAPONIGRO
FACENDO
ELEFANTE
RONDELLI
NOTA
ROCCO
TRIVOLI
BARBATO
GIANGRANDE
ARGENTO
ALTAMONTE
CAPUTO
PAPADOPOLI
DI SULLO
MOSCARIELLO
DE BELLIS
FERRARO
PINTO
TUZZOLO
FERRAIOLE
AIELLO
TRUGLIA
DI CARLO
MAGNOCAVALLO
MANFRA
FUSIGNO
SANTACROCE
CONQUISTA
VILLAPIANA
TRICHILLO
STALTERI
DE MARTINO
GLADIATORE
TESORIERO
JOZZO
FIORENTINO
DAMIANI
SPIZZO
RINALDO
MOZZA
BUSA
SIMORELLA
ANIBOMO
DE FROCHI
RIVA
PALLADORE
BONADIGO
PANAVELLO
ACCHINO
DINELLI
FONTANINI
GIULIANI
SIMONATO
BAGNARO
VECHIA
MOR
MAI
BONAZZI
DORTORA
PUGLISE
RONDELLI

domingo, 3 de maio de 2009

RUBERTO E SEPEDE ESTA PRESENTE EM BUSSO

In basso sono riportati i cognomi attualmente registrati nel comune di Busso, provincia di Campobasso. - attualmente sono registrati 132 cognomi diversi.
Abajo se encuentran los apellidos actualmente registrados en el municipio de Busso, provincia de Campobasso. actualmente están registrados 132 apellidos diferentes
RUBERTO 3 / SEPEDE 29
ALBANESE 6 * ANGIOLILLO * BAIOLI 3 * BALDONI * BARTUCCA * BATTISTA 3 * BECCIA 2 * BORSELLA * BRUNETTI 9 * CALARDO 10 * CAMELI * CAMPOSARCUNO * CAPERCHIONE * CARA * CARNEVALE * CARPILLO * CARRELLI * CAVALLO * CENTAURO 4 * CHIARULLO * CIAMPONE 3 * CIARAMELLA * COFELICE * COLADANGELO 14 * COLANERI * COLANTUONO * COLITTO * CORSILLO * D'AGNELLO * D'ALESSANDRO 4 * D'ONOFRIO TAMBURRO * DE SANTIS 2 * DE SOCIO * DEL BUSSO * DEL CIOPPO * DEL GRECO 11 * DI FIORE * DI GIACOMO * DI GIORGIO 4 * DI IORIO 22 * DI NIRO 5 * DI PAOLA * DI ROSA * DI TULLIO * FATICA * FERRONE * FICOCELLI * FREZZA 2 * FUCCI * GIANCOLA 17 * GIANFRANCESCO * GIZZARONE 4 * GRASSI * GRECO * GUALTIERI * GUGLIELMI * IACIOFANO 12 * IACOBUCCI 5 * IAMMARRONE * IANIERO 4 * IANNANTUONO * IAPAOLO 2 * LARUSSA * LEVO * LIBERANOME 4 * LO BUONO * LUCIANO 6 * MAGNOTTA * MANOCCHIO 4 * MARANO 3 * MARCUCCI * MARTINO * MARTORELLI * MASTRANGELO 2 * MASTROVITO * MEZZANOTTE * MITRI 2 * MOSCA * MUCCI * NIRO 6 * ORIENTE * ORMELLA * PAGLIA A4 * PALAZZO 2 * PALLADINO 15 * PALMA * PALMIERI 28 * PAOLELLA 3 * PAPAROZZA 2 * PAPAROZZI 6 * PASQUALE 5 * PERNA 2 * PETRAROIA * PETTI 6 * PICCIANO 42 * PIETRANGELO * PINTO 16 * PIROZZOLO * PISAPIA * PISATURO * PISCOPO * PRIANO 4 * PRINCIPE * PULICELLA 2 * RAGO * RANALLO 16 * REDRUELLO * RIPALUNGA * RUBERTO 3 * RUGGIERO * SALUPPO 3 * SANTANGELO 8 * SEPEDE 29 * SERINO * SERLENGA * SERLUCA * SPADACCINO 2 * SPINA * STRUZZOLINO * TAMBURRO 6 * TARASCO 3 * TARTAGLIA 3 * TOMARO * TORTI 7 * TRIVISONNO * VENDITTI 4 * VEZZI * VITONE * ZACCHI * ZAPPONE * ZICCARDI 16 * ZINGARO *

sexta-feira, 1 de maio de 2009

ruberto na italia

CIDADE DE BUSSO

Busso é uma comuna italiana da região do Molise, província de Campobasso, com cerca de 1.409 habitantes. Estende-se por uma área de 23 km2, tendo uma densidade populacional de 61 hab/km2. Faz fronteira com Baranello, Campobasso, Casalciprano, Castropignano, Oratino, Spinete, Vinchiaturo.

NOTIZIE STORICHE

- Origini e denominazione:

Il Giustiniani opina che il nome Busso provenga da “Bussus” che vale “Boscus” come dal “Glossarium” del Du Fresne du Cange. C’è da dichiarare, però, che nella edizione francofortiana del 1710 del “Glossarium” non si è trovato affatto il vocabolo “Bussus”.

Lo stemma del comune porta nel campo un uomo che “bussa” un un albero, simbolo dei prischi dissodatori dell’agro.

IGREJA MATRIS SANTA RITA DO PASSA QUATRO


http://www.imigrantesitalianos.com.br/FAZENDAS_SANTARITADOPASSAQUATRO.html

centenário penápolis

Acordo entre os governos ITALIANO e brasileiro. Enquanto o primeiro selecionava a mão de obra, o outro custeava as despesas de viagem e distribuía as famílias em novos empregos.




1880: às vésperas da Lei Áurea, o preço dos escravos era elevadíssimo. Ficou mais barato importar mão de obra da Europa. Ocorrem, então, as grandes correntes migratórias para o Brasil. Até 1910, os italianos tinham liderança no processo migratório. A maioria desembarcava em Santos e se alojava na Hospedaria dos Imigrantes. Entre 1891 e 1900, entraram no país 1.129.000 trabalhadores europeus, dos quais 690.375 eram italianos.




As famílias, que vinham para o Brasil, quase sempre pertenciam às camadas mais pobres da população européia. Eram camponeses, artesãos, operários, pequenos comerciantes, apenas um ou outro homem de negócios.




Inicialmente, as famílias eram encaminhadas para as fazendas de café. Porém, a relação com os patrões era permeada pela violência da tradição escravocrata e fazia com que muitos imigrantes, frustrados, voltassem aos seus países de origem depois de alguns anos e outros tentassem a sorte nas cidades.




Por volta de 1910, os grandes fazendeiros já tinham consciência do significado da mão de obra estrangeira. Com o trabalho livre, a produção do café cresceu assombrosamente. Eram necessários 300.000 trabalhadores para cuidar do café e havia 750.000 pessoas. O excesso de mão de obra prejudicou ainda mais os imigrantes. Criou-se, então, uma nova política de colonização por pequenas propriedades, como no sul do país, porém em menor proporção. Criaram-se as colônias agrícolas, que mais tarde deram origem às vilas e cidades. Se a intenção era formar o operariado rural, o que realmente aconteceu foi a formação de pequenos proprietários.




O noroeste do estado, zona próspera no começo do século e a fertilidade das suas terras para a produção do café ( maior produto da balança financeira da época) gerava emprego aos imigrantes, entre eles os italianos. Esses não eram os maiores apreciadores das zonas novas. Mais afinados com os grandes centros urbanos e industriais, ou com as velhas zonas dos latifúndios cafeeiros, se avolumavam em São Paulo, Ribeirão Preto, São Carlos, Mogiana e Paulista. Poucos vieram para esses lados.





Com a instalação da estrada de ferro, o movimento migratório se volta para essa região. Manoel Bento da Cruz, possuidor de grande extensão de terras, atrai trabalhadores, pagando-os com terras, com o intuito de fixá-los por aqui. Instalada a nova estação, desembarcam dos trens muitas famílias, a fim de tornar-se proprietários, ainda que pequenos.




Desses imigrantes, que para cá vieram, uns foram para a zona rural e, depois da queda do café, se dedicaram à policultura e à pecuária. Os que ficaram na cidade, se dedicaram ao comércio - bares, pensões, empórios, açougues - e pequenas indústrias - bebidas, móveis, calçados, curtumes. Algumas se modernizaram, outras desapareceram. Umas pertencem a outros grupos e outras já nem existem mais. Ao contrário das fazendas, que na grande maioria, continuam nas mãos das mesmas famílias que as abriram.

ATTO DI NASCITA

L'ATTO DI NASCITA DI GENNARO RUBERTO, NATO A BUSSO IL 16 MARZO 1861.
L'ATTO DI NASCITA DI MARIA TERESA CRISTINA SEPEDE, NATA A BUSSO IL 17 NOVEMBRE 1870.
L'ATTO DI MATRIMONIO DI GENNARO RUBERTO E MARIA TERESA SEPEDE, AVVENUTO A BUSSO IL 10 NOVEMBRE 1894.
L'ATTO DI NASCITA DI LIBERATO RUBERTO, NATO A BUSSO IL 26 SETTEMBRE 1985.

OBITO DE GENNARO RUBERTO(ROBERTO) 15 DE JUNHO DE 1937,ÀS 18:00 HORAS, NO BAIRRO DO MATÃO CIDADE PENÁPOLIS.
OBITO DE MARIA TERESA SEPEDE, 23 DE DEZEMBRO DE 1941,ÀS 15:00 HORAS, NO SITIO PEDRO ROBERTO CIDADE PENÁPOLIS
OS FILHOS: LIBERATO ROBERTO, FILOMENA ROBERTO, CRISTINA ROBERTO, PEDRO ROBERTO, JOSÉ ROBERTO, LUZIA ROBERTO, MARIA ROBERTO E NAIR ROBERTO.